Os Melhores de 2019: Músicas



Esse foi um ano e tanto no cenário musical pois além das estreias e lançamentos, também tivemos o retorno de clássicos, de Sandy e Junior a My Chemical Romance. Pode-se dizer que 2019 veio para agradar todos os gostos, mas será?

Vamos ver o que a equipe tem a dizer sobre os melhores do ano.


Ariel:  o meu álbum do ano foi o Happiness Begins, dos Jonas Brothers. Foi uma das coisas que mais ouvi no ano, fosse para dançar ou chorar, e o retorno da minha banda favorita foi incrível. Mas além dele, ouvi muito o Father of the Bride, novo álbum do Vampire Weekend, um comeback que eu estava esperando já um bom tempo, e o You Are Ok, do The Maine, tem tanta música boa que parece terapia. Deixo uma menção honrosa pro incrível <atrás/além>, da banda O Terno, álbum oficial das crises existenciais do ano.

Bells: Falar sobre os lançamentos do ano sempre é uma tarefa difícil pra mim, porque em geral ouço música aleatória de gente mais aleatória ainda que o spotify joga pra mim nas playlists. PORÉM, 2019 foi um ano atípico e estive razoavelmente inteirada dos popzinhos e o rap nacional!! Teve o álbum Ladrão, do Djonga, que curti horrores e passei bastante tempo ouvindo, além de ter salvado nas minhas músicas. E o meu favoritão, Bluesman, hino supremo do Baco Exu do Blues que ouvi sem parar por MESES A FIO, o que comigo é um feito e tanto. Tivemos também o lançamento de Dedicated, da fofinha Carly Rae Jepsen, que apesar de eu não ter gostado tanto quanto o Emotion, me rendeu maravilhas como Party For One.

É claro que também teve novidades nos meus indiezinhos, como o ley lines, da flor. As músicas deles são TÃO gostosas, é ótimo pra ouvir quando você precisa se acalmar ou quer sentir um cafuné musical, digamos assim.

O melhor do ano: O lançamento foi no início de dezembro, mas simplesmente já se tornou o ÁLBUM DO ANO pra minha pessoa. Sim, estou falando da obra prima Fine Line, do majestoso Harry Styles. Tenho ouvido obsessivamente, sem parar, desde o dia 13 de dezembro e não há um dia que eu não acorde se ter uma das músicas tocando na minha cabeça. Além disso, eu amo praticamente todas do álbum, exceto umas duas mais lentinhas. Aclamadíssimo na minha casa, sim (e na minha vida....).

Carol: Normalmente eu não ouço muitas músicas atuais, fico mais no que o algoritmo do Spotify me joga mesmo, mas até que esse ano ouvi bastante coisa nova. Me emocionei com Ghosteen, do Nick Cave & Bad Seed (uma homenagem ao seu filho falecido em 2015), bati palma pra Thom Yorke com anima (trilha sonora de um curta animado da Netflix dirigido por ninguém menos que Paul Thomas Anderson), dancei enquanto rolava a lagriminha com FKA Twigs em Magdalene e tive minha cota de andar na rua com música no fone achando que sou um personagem de um filme alternativo com o album homõnino da banda Purple Mountains.

O Melhor do Ano: Morri de Raiva, da goiana Bruna Guimarães (a Brvnks). Foi meu fiel companheiro no ônibus pra faculdade e é sempre um exemplo do tipo de som que eu gosto.  Direto no que quer passar, foi um dos álbuns que mais me confortou esse ano.

Elilyan: Esse foi o ano em que muita coisa boa e outras pequenas decepções foram lançadas ( alô Lover, da Taylor Swift e trilha sonora de As Panteras). Ouvi muita coisa, mas não em destaque musica latina. Apesar do trio mexicano Reik não ter lançado álbum esse ano os caras não fizeram feio e deram uma de Anitta e foi single e feat atrás de single e feat. Por isso vou escolher Indeciso porque esse single desde que foi lançado me deixa animada e com vontade de dançar.

Jota: Esse ano tiveram músicas muito boas (Canyon Moon, do Harry Styles é um exemplo) e outras muito ruins (Don't Call Me An Angel, da Ariana Grande com parceria de Miley Cyrus e Lana Del Rey é outro exemplo), mas que realmente foi um ano muito produtivo no ramo musical, isso foi. Eu transitei entre tudo quanto é estilo musical, de Funk (OUÇAM "VERDINHA" DA LUDMILLA, OUÇAM!) até MPB, de Rock até Pop, e gostei bastante de tudo que descobri/me foi apresentado, mas também fiquei bem preso em músicas mais antigas, como Índios, de Legião Urbana, e Amor I Love You (minha música de infância e núcleo familiar), de Marisa Monte.

O Melhor do Ano: Sem sombras de dúvidas o meu melhor do ano vai pro álbum do filme do Elton John, Rocketman. Os significados de cada música, as mensagens e conexões com o filme... Tudo isso só torna esse álbum simplesmente perfeito, a mais pura perfeição mesmo. Eu ainda ouço "I'm Still Standing" e "(I'm Gonna) Love Me Again" e choro. Sem falar que já sei de cor "Don't Go Breaking My Heart".

Taiany: Sinceramente eu nem sei porque me proponho a falar sobre coisas do ano e/ou lançamentos porque só escuto coisa velha. Mas aconteceu alguma movimentação no cosmo, uns abalos nas estruturas, não sei, e meu meio que descobri o rap(?), até agora só ouço e gosto de Baco Exu do Blues e o presente que foi AmarElo do Emicida. Agora no finzinho do ano eu ainda peguei um embalo com músicas internacionais, primeiro esse homem lindo chamado Shawn Mendes que tem umas músicas legais que se tornam A Perfeição quando performadas numa pegada mais acústica, voz e violão; e  com o presente do Papai Noel com álbum chamado Fine Line, que além de tudo me deu mais uma música triste para colocar na minha playlist de felicidade. 

O melhor do ano: Eu queria muito dizer que o melhor do ano foi o álbum de pagode da Ludmilla, infelizmente ela ainda não lançou e só tá deixando a gente com água na boca. Então fico com Tem Conserto, da Clarice Falcão, que a principio eu nem gostei, mas um álbum que tem uma música chamada Horizontalmente é algo que precisa ser escutado.

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Os Melhores de 2019: Músicas Os Melhores de 2019: Músicas Reviewed by Pensando por aí on dezembro 26, 2019 Rating: 5

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