Os Melhores de 2019: Filmes e Séries



Encerrando a lista de melhores do ano, finalmente vamos aos filmes e séries mais amados de 2019 pelos membros da nossa equipe. Um tema fácil para alguns, para outros nem tanto, mas que com certeza é um dos mais esperados. Vamos aos melhores filmes e séries lançados nesse ano.




FILMES


Ariel: Vou ser sucinta. Bacurau foi o evento cinematográfico do ano. Sem mais palavras.

Bells: Depois de conferir os ingressos de cinema que tenho guardados, jogar no google "quais filmes foram lançados em 2019" e enfim lembrar da existência do meu perfil no Filmow, descobri que assisti a um bom número de estreias desse ano. Comecei muito bem com o maravilhoso Aquaman, que eu poderia tranquilamente eleger como o melhor do ano, mas calma. Então teve o Nós, do Jordan Peele, que achei MARAVILHOSO e também poderia ser o Eleito e o Rei Leão, que me deixou perturbada. Muito estranho ver leões com aparência real FALANDO. Mais pro fim do ano vi a parte 2 de It que AMEI, mas depois foi batendo umas reflexões, vi umas críticas....melhor não analisar muito e ficar só com a lembrança do entretenimento.

O melhor do ano: Acabei escolhendo o filme que me deixou tão curiosa que fui no cinema sozinha no meio da tarde, e saí da sala EM TRANSE. Midsommar é uma história muito louca, mas também muito real que te faz ver o perigo nas coisas mais banais como roupas brancas e arranjo de flores. Tem violência? Tem, mas o elemento aterrorizante não tá nisso e sim nas pessoas. Eu não sei nem como falar mais sobre esse filme além de que passei muitos dias matutando sobre ele, então merece o título de melhor do ano.


Carol: Esse ano foi meio fraco pra mim em filmes. Segundo minha lista de assistidos esse ano no Letterboxd (crio uma todo ano pra saber quantos filmes eu assisti), vi 24 filmes até agora (podendo aumentar até 30 no final de dezembro mas não devo passar muito disso. Foquei muito em filmes de herói (chorando horrores com Avengers: Endgame; 11 anos, 22 filmes e enquanto eu assistia AQUELA CENA CHOROSA lembrei de mim aos 15 anos vendo o primeiro Homem de Ferro no cinema, batendo uma nostalgia que me fez chorar mais ainda, além de SPIDERVERSE, O MELHOR FILME DE HERÓI JÁ FEITO), comédias românticas da Netflix (Dumplin, Meu Eterno Talvez, Alguém Especial, Para Todos os Garotos que já Amei... foram vários filmes ótimos. Tem filme merda no meio também, mas tem muito filme ótimo).

O Melhor do Ano: Até pouco tempo atrás, eu colocaria Booksmart, a estreia como diretora da Olivia Wilde. Uma trilha sonora maravilhosa, um roteiro incrível e as atuações, meu Deus. Billie Lourd, eu te venero. Mas meu voto mudou.

Porque agora em dezembro eu vi Parasita.

Dirigido por Bong Joon-ho, a história de uma família que faz o que é preciso pra sobreviver nesse mundo cão capitalista, com um desenrolar cada vez mais maluco e doído, me pegou de tal maneira que eu precisei de um abraço quando terminei o filme. Se você usa redes sociais e vê alguém gritando "ASSISTA PARASITA", obedeça e vá assistir, pra também gritar depois. Juro que é totalmente justificável.


Elilyan: Vi poucas coisas no cinema e menos ainda na Netflix e Amazon Prime, mas de cabeça me vem a mente Ford vs Ferrari. Talvez seja pelo meu retorno a Fórmula 1, mas o filme chegou ao momento certo à minha vida. História fantástica com personagens fantásticos, trilha sonora sublime, fotografia belíssima e atuação espetacular de Christian Bale.


Jota: Felizmente 2019 foi um ano que choveu oportunidade de ver filme e  foi o ano que eu mais pude ir ao cinema. Eu não sei o cálculo exato de quantos porque o aplicativo que eu uso para marcar séries e filmes só liberou a opção de marcar filmes recentemente, e como um bom preguiçoso, não consegui marcar todos. Mas o que se sabe é que eu esfolei minha vida de filmes da Disney (também, como não? Aparentemente a única empresa existente hoje em dia é a do Deus Rato) e outros na Netflix, o suficiente para eu ter sofrido em escolher um como o melhor do ano.

O melhor do ano: Avengers Endgame. Eu pensei em colocar outros, como Capitã Marvel, Homem-Aranha no Aranhaverso, Homem-Aranha: Longe de Casa, Rocketman, e por aí vai, mas Vingadores: Ultimato foi uma experiência além de tudo que eu já vivi nessa vida. Foi minha primeira vez ficando fora de casa pela madrugada, primeira vez vendo um filme em pré-lançamento, primeira vez vendo um filme três vezes no cinema... E foi muito mais que isso. Hesitei em colocar ele de primeira porque, depois de três vezes, impossível não ter reparado em falhas de roteiro e desenvolvimento de personagens que acabei por ficar reanalisando - e consequentemente me frustrando -, entretanto, essas falhas não diminuem a importância dele para mim, nem das experiências e diversão que me permitiu.

Taiany: Eu já estava bem tristinha achando que não tinha visto nenhuma estreia, entro no Filmow e não só assisti 24 filmes (nada para quem assistia 50, muito para quem não tá conseguindo nem ver vídeos de 10 minutos no youtube), como 11 foram lançamentos. SE EU ALCANCEI ESSE NÚMERO FOI PORQUE MERECI!

O melhor do ano: Como a Carol foi mais rápida que eu e já elegeu Parasita como seu favorito (errada ela não tá), resolvi escolher um diferente. Mas não foi fácil decidir entre História de Casamento e Toy Story 4, só que todos sabemos que filmes infantis tem peso 2 pelo nível de fofura incluso e as vezes sou saudosista mesmo, tava lá no cinema chorando com Woody e sua turma. 

SÉRIES

Ariel:  Passei boa parte do ano revendo The Office e certeza que isso ajudou muito quando precisava dar umas risadas. Pra mim, a melhor do ano foi a nova temporada de The Crown, maravilhosa em todos os aspectos.

Bells: Eu não assisto séries, ponto. Desisti em algum momento lá em 2014 ou até antes, pois haja disposição pra baixar torrent e agora, na era moderna, arrumar uma conta na Netflix. Apesar disso, cheguei a assistir a primeira temporada de Westworld (que já tá indo pra terceira e até agora nem vi a última, risos) e episódios aleatórios de várias outras quando eu tinha tv a cabo, pois ninguém é de ferro. DITO ISSO, eis que em setembro vejo a propaganda de um documentário que mesmo tendo sido a única série que assisti em 2019, ainda teria sido eleita por mim a melhor.

O melhor do ano: É a Por Que Odiamos?, naturalmente. Uma série documental maravilhosa procurando entender os aspectos sociais e neurocientíficos por trás do ódio e o comportamento de grupo, um prato cheio pra pesquisadora aqui. Inclusive cheguei a fazer uma indicação aqui mesmo no site.

Carol: Por não ter tv e ficar sem computador por seis meses, eu me tornei a pessoa que eu mais odiava: a que, quando alguém indicava uma série, perguntava se tinha no Netflix. Assisti muita coisa boa, de fato: tivemos a segunda temporada de Mindhunter (nunca decepciona), vi também documentários como Bandidos na TV (onde a cada episódio eu terminava falando MAAAAANO DO CÉU) e muuuuuitos reality shows de bolo (Mandando Bem, eu te amo). Também dei uma choradinha de leve com Bojack Horseman (a primeira parte da última temporada) e The Crown (terceira temporada, agora com Olivia Colman como a Rainha Elizabeth). Pra não dizer que só fiquei na Netflix, também gostei muito da terceira temporada de Marvelous Mrs. Maisel (série premiadíssima da Amazon Prime). Agora no finalzinho do ano, comecei The Mandalorian (THE KID! MANDO! STAR WARS!) e fiz uma rápida maratona de Euphoria (um pouco atrasada no trem do hype, mas peguei.).

O Melhor do Ano: Segundo o aplicativo que eu uso pra marcar meus episódios assistidos, até agora em 2019 assisti 402 episódios de séries (uma média de 33,5 episódios por mês). Falando assim até parece que eu teria dificuldade em escolher o meu preferido, certo? Errado, porque não tem como ser outra série.

Fleabag. Infelizmente não vou poder escrever um resumo sobre ela porque até agora não sei direito como explicar. É a vida de uma mulher (?), e a gente vê ela interagindo com a família (?). Não sei. Só sei que é maravilhoso e depois de assistir a segunda temporada, especialmente, eu fiquei com vontade de andar pela rua e botar todo mundo pra assistir. Phoebe Waller-Bridge (criadora, roteirista e protagonista) faz um trabalho sensacional e o Padre Gato (Andrew Scott)... O Padre Gato, ai ai. Você vai ter que assistir pra saber do que eu tô falando. Também escrevi sobre ela aqui no PPA esse ano, caso você queira ver mais do meu surto.

Elilyan: Nossa,  consegui assistir muita coisa! Mas de longe destaco New Amsterdam. Série médica e humana que me deixa desidratada por ser tão emocional. Vale o tempo investido.

Jota: Séries são, realmente, a única constante da minha vida. Vem sendo por muitos anos, desde - e especialmente por conta da - minha primeira ressaca literária, então eu posso dizer que eu vi uma porrada de séries, e só Deus (e meu aplicativo) sabem quantos episódios foram no total só esse ano: até o momento 788 (e isso porque teve série que ainda não foi adicionada lá). De qualquer forma, são muitas, e apesar de eu ser cadelinha de algumas - que são importantes de mencionar - e me marcaram demais esse ano, como She-Ra e as Princesas do Poder, Andi Mack, No Good Nick e Dolly Parton: Heartstings, ainda não foi tão difícil escolher a melhor do ano quanto eu achei que seria (graças a Deus a Netflix e sua época desenfreada de lançamentos natalinos).

O Melhor do Ano: Posso falar com propriedade e com muito amor no coração que a melhor série do ano é Merry Happy Whatever (em português, Feliz Natal e Tal) que tem UM PUTA DE UM ELENCO, sendo parte deste Bridgit Mendler, Ashley Tisdale, Dennis Quaid e Hayes MacArthur. Isso só citando por cima. Sem falar na representação LGBTQ mais que maravilhosa, e que ainda é uma SITCOM EM ÉPOCA DE NATAL. Eu realmente não preciso continuar, preciso? Therefore I rest my case.

Taiany: Eu sou 8 ou 80 com séries, vejo várias ao mesmo tempo ou não vejo nenhuma. Agora tô na fase de não assistir nenhuma, tudo muito longo, com episódios demais. Isso não quer dizer que eu não tenha visto nada, pelo contrário, teve Atypical, Queer Eye, Jane the Virgin, Stranger Things, e algumas outras. E além disso, teve reality shows de comida e casas que são minha paixão e ainda tive tempo de descobrir um de maquiagem.

O Melhor do Ano: Pose, uma série sobre o cenário LGBTQ da cidade de Nova Iorque nos anos 80, onde somos apresentados ao bailes cujos personagens em destaque são dançarinos e modelos que competem por troféus e reconhecimento nesta cultura subterrânea e se apoiam em uma rede de famílias escolhidas conhecidas como Casas. POSE! POSE! POOOOOSE! Essa série é muito maravilhosa, e ainda trás como tema central a epidemia de HIV nos anos 80 e como as pessoas lidavam com isso, além de abordar, transfobia, homofobia, preconceitos em geral. E tudo isso com muito close, muito bafo e muito apoio. 

Pensando por aí

Um site sobre ciência, cultura pop, sociedade e qualquer outro pensamento que passar pela cabeça dos nossos vários autores independentes

Os Melhores de 2019: Filmes e Séries Os Melhores de 2019: Filmes e Séries Reviewed by Pensando por aí on dezembro 28, 2019 Rating: 5

Nenhum comentário:

Tecnologia do Blogger.