Crítica: The Marvelous Mrs. Maisel, de Amy Sherman-Palladino

Marvelous Mrs. Maisel, de Amy Sherman-Palladino


The Marvelous Mrs. Maisel é uma série da Amazon criada por Amy Sherman-Palladino (Gilmore Gilrs, Bunheads) onde nós vemos a vida de Miriam Maisel, dona de casa no fim dos anos 50, que cuida dos filhos, do marido e da casa com graça e elegância, aquela coisa toda que já vimos em diversas histórias. A diferença nela é que Midge (seu apelido) resolve que quer buscar uma carreira de comediante de stand-up comedy, sendo, na época, uma das primeiras mulheres a fazer isso.

Joel, seu marido, trabalhava em uma empresa durante o dia mas durante a noite fazia performances em clubes como comediante, sempre contando com a ajuda de Midge para agendar apresentações, conseguir bons horários e tudo o mais. Mas nem tudo são flores: no Yom Kippur (feriado judaico), Midge descobre que Joel a trai com a secretária e quer terminar o casamento pois está entediado com a rotina. Ela então, num rompante, vai ao clube onde Joel normalmente se apresenta, fica bebâda e acaba ela mesmo se apresentando, desabafando e falando da vida mas de uma forma que todo mundo acha muito engraçado.

Nisso, Susie Myerson, gerente do clube, nota que Midge poderia se apresentar e ser muito boa nisso. Como esperado, devido à época onde a série se passa, acontecem muitos problemas e desmerecimentos só porque Midge e Susie são mulheres, começando no núcleo familiar de Midge: ela é obrigada a esconder o que faz de seus pais, a princípio, porque "não é coisa de mulher decente".

Na segunda temporada, vemos mais sobre a visão e problemas de mais personagens, não somente de Miriam: Joel (Michael Zegan), ao tentar seguir em frente da grande CAGADA que fez largando Miriam, tenta tocar a fábrica de roupa dos pais; Abe (Tony Shalhoub, o Monk!) lida com a felicidade de ter conseguido um emprego no laboratório dos sonhos e a frustração dos segredos escondidos dos filhos; vemos mais como Susie (Alex Borstein) é vista na sociedade e conhecemos mais de sua família; e Midge, além de trabalhar em uma loja de departamentos, segue em frente com sua carreira e com sua vida amorosa.

Um aviso porque fiquei super triste que ninguém me avisou::: NA SEGUNDA TEMPORADA TEM ZACHARY LEVI! ISSO NÃO É UMA SIMULAÇÃO!!

Rachel Brosnahan (a própria Mrs. Maisel) já chegou conseguindo diversos prêmios de atuação já na primeira temporada. Na segunda temporada, na minha opinião, quem rouba a cena é Tony Shalhoub (interpretando Abe, o pai de Midge) e Alex Borstein. Tony e Alex ganharam o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Comédia e Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia, respectivamente.

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Marvelous Mrs. Maisel, de Amy Sherman-Palladino              

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Caroline Cardozo

Caroline faz licenciatura em Física. Tem seu gosto musical formado pela Rádio Cidade e Disk MTV. Gosta de Crepúsculo e Jane Austen. Meio perdida sobre tudo mas nada surpreendente vindo de uma milleniall.

Crítica: The Marvelous Mrs. Maisel, de Amy Sherman-Palladino Crítica: The Marvelous Mrs. Maisel, de Amy Sherman-Palladino Reviewed by Caroline Cardozo on novembro 09, 2019 Rating: 5

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